segunda-feira, 30 de abril de 2018

COMO PREVENIR CRIANÇAS DE SOFREREM ABUSOS SEXUAIS?

A Constituição brasileira em seu artigo 5º diz que:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

Diante dos últimos escândalos noticiados pela mídia sobre abusos [homo] sexuais sofridos por atletas - tanto mulheres quanto homens, nos EUA e no Brasil, venho brevemente abrir um debate sobre a necessidade de darmos orientações aos pais para que estes ensinem seus filhos a identificarem, comunicarem e se prevenirem de possíveis abusadores sexuais.
Existem várias postagens em blogs que ensinam como os pais devem orientar seus filhos menores para que aprendam a se defender de prováveis abusadores. O problema é que o tabu em torno do tema ainda dificulta que se fale sobre o mesmo abertamente, o que deixa as crianças mais indefesas ainda.

Nenhuma ciência conseguiu estudar e descobrir exatamente quais as consequências nocivas que abusos sexuais causam na vida sexual e social da pessoa. Porém, podemos afirmar que certamente são as piores possíveis.


A interação com a família e demais pessoas de nossa comunidade tem aspectos muito satisfatórios; porém, nem sempre é dessa forma. Lamentavelmente, existem pessoas cuja conduta, por diversas razões não é construtiva; entre essas, temos aquelas que por abuso de confiança, superioridade física, intelectual e econômica procedem contra a integridade sexual de crianças e adolescentes, apesar de saber que ditas condutas constituem delitos contemplados em nosso ordenamento jurídico -penal.
Essas condutas negativas não devem ser toleradas, mas denunciadas e processadas penalmente. A vítima deve receber atenção física e psicológica.
Como na maioria dos fatos que podem causar danos, é melhor agir de maneira preventiva. Por isso, nos permitimos transcrever algumas recomendações para prevenir o abuso sexual a crianças e adolescentes:
Especialistas recomendam explicar-lhes sobre a existência das agressões sexuais; nunca deixá-los sozinhos e fora do alcance de um adulto confiável e manter sempre presente que "qualquer um" pode converter-se em vitimário.
Não é por acaso que mais de 70% dos abusos são intra-familiares.

Sete passos para prevenir o abuso sexual infantil

1. Fale para eles/elas sobre as agressões sexuais
Seus filhos/as devem saber sobre a existência de abusos sexuais e de como estes acontecem.
Se você estabeleceu com seus filhos/as regras de segurança em outras áreas de sua vida, as precauções relativas ao abuso sexual se converterão em uma parte natural de suas conversas sobre segurança em geral. Se acreditam não ter ferramentas para falar sobre esse tema com seus filhos/as, peça ajuda a seus professores ou a/ao pediatra. Eles sabem como fazê-lo sem que as crianças e adolescentes sintam-se assustadas ou agredidas. Aqui vão algumas sugestões de abordagens apropriadas de acordo à idade:
*18 meses: ensine a seu filho/a os nomes apropriados das partes do corpo;
*3 a 5 anos: ensine a sua criança as "partes privadas" do corpo e a dizer "NÃO" a qualquer oferta sexual. Dê a eles/as respostas diretas a suas perguntas sobre sexo.
*5 a 8 anos: explique-lhe as normas de segurança quando estiverem longe de casa e a diferença entre um carinho bom e um carinho não apropriado. Alente seu filho/a a falar sobre experiências que o/a amedrontaram;
*8 a 12 anos: ensine segurança pessoal; explique as regras de conduta sexual aceitas pela família;
*13 a 18 anos: destaque a segurança pessoal; explique a violação, as enfermidades sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada.


2. Atenta supervisão
O abuso infantil acontece quando um adulto está sozinho com a criança. Sua atenta supervisão é sua melhor proteção contra o abuso sexual. Nunca as deixe sozinhas e fora de seu alcance.
Não permita que vão comprar algo sozinhos, que vão a banheiros públicos sem companhia  por exemplo em shoppings e restaurantes), que brinquem na rua enquanto você faz os trabalhos domésticos e não pode vigiá-los; nem se distanciem da casa; cuidar para que qualquer pessoa não entre na sua casa. Basta uma fração de segundos para que uma criança desapareça.


3. Conheça bem a pessoa que os cuida

Peça que outro adulto responsável e confiável os cuide quando você mesmo/a não possa fazê-lo. Tente conhecer bem a pessoa com quem fica seu filho/a. Se tem poucas opções e deve deixá-lo sozinho/a com alguém que não é de sua máxima confiança, procure que sejam observados por outras pessoas, tais como vizinhos, ou familiares, durante o dia.


4. Autocuidado
Ensine seus filhos/as a zelar por sua própria segurança, a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos e a nunca passear com alguém a quem não conhecem. Diga-lhes o que podem fazer se alguém se aproxima. Se uma pessoa fica olhando para eles/as ou os toca de uma forma que não gostam, devem contar para você o quanto antes. Diga-lhes que podem confiar em você, pois sempre vai acreditar neles e protegê-los. Explique-lhes também que no caso de você não estar presente, que busquem a ajuda de uma pessoa mais velha imediatamente quando um adulto os faça sentir incômodos ou os assustar. Nessas situações, também é oportuno chamar a atenção, gritar e criar um escândalo.


5. Qualquer um pode agredi-los
Recorde-lhes que muitas crianças são vítimas de pessoas que eles conhecem e que é totalmente correto dizer não mesmo aos parentes próximos e aos amigos. Anime-os a contar a vocês ou para outro adulto imediatamente se qualquer pessoa os toca ou chega até eles/as de forma estranha. Fale-lhes da existência de abusos sexuais por pessoas familiares e conhecidas e não somente os que são cometidos por pessoas desconhecidas. Também podem abusar deles/as familiares, amigos ou vizinhos. 85% dos abusos são protagonizados por pessoas conhecidas.


6. Ninguém pode tocá-los intimamente
Ensinamos aos nossos filhos que sempre devem obedecer às pessoas adultas, fazendo-os acreditar que estas sempre sabem o que é melhor, o que está bem. Às vezes, os obrigamos a beijar as pessoas que não desejam fazê-lo. Esta educação contribui para que possam acontecer os abusos. Por isso, ensine que eles/as têm o direito à privacidade de seu corpo e que ninguém deve tocá-lo ou olhá-lo de uma forma desagradável. Pode negar-se a isso, seja quem for esse adulto. Explique-lhes também as formas em que os agressores tratam de intimidar a suas vítimas para que guardem o abuso em segredo. Ensine-lhes que nunca devem calar apesar das ameaças recebidas.


7. Monitore a Internet

É uma grande porta de entrada para os abusadores, devemos supervisionar o uso que possam fazer nossos filhos da rede. Explique-lhes que não devem dar seus dados pessoais ou de suas famílias (nomes, endereço, telefones) por internet nem entregar suas senhas a qualquer pessoa. Que nunca se junte ou programa encontros com pessoas que conheceu pela rede sem que você saiba, já que existem muitos adultos que se fazem passar por crianças ou cujo fim é abusar de pequenos como ele/ela. Que não use câmara web para chatear (não seja instalada) e que não aceite nas redes sociais como Facebook e outras como amigos a pessoas que não conhece e que estabeleça privacidade de seu perfil somente a seus amigos.
Fonte: www.escoteirossc.org.br/download/docs/Sete_passos.pdf


Exemplo de um vídeo explicativo sobre o assunto:




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Ney F. S. Silva
(Teólogo e orientador sexual)

domingo, 31 de dezembro de 2017

FEMINISMO CONTROLADOR

A Constituição brasileira em seu artigo 5º diz que:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além daindenização por dano material, moral ou à imagem;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

Vou resumir uma situação de perseguição que vivi semanas atrás por parte de uma senhora de 62 anos.

Eu fui convidado por essa senhora para Coordenar um projeto de coleta de aparelhos eletrônicos e de informática. Seria como um empreendimento em que teríamos um tipo de sociedade. Ela entrou com o espaço e eu com a mão-de-obra, pois sou técnico em informática. Os filhos dela possuem uma empresa de logística em informática e dariam apoio ao projeto. Só que ela é uma pessoa muito controladora, quer sempre decidir tudo do jeito dela. Por isso, identifiquei que ela possui um transtorno de personalidade que chamarei de Feminismo Controlador.
Semanas atrás,  quando fui convidado para expor o projeto em um evento de agronegócios  (AGROTEC) ela ficou com ciúmes, porque ela não foi convidada, pois não entende de informática. A área dela é gastronomia. Contudo, lá no evento não teria esse nicho.
Como ela estava envolvida em outro evento um dia antes, eu fui diretamente com o filho dela pedir uma ajuda financeira para arcar com os custos no transporte e na alimentação dos 4 dias em que estaria expondo o projeto no evento. Ele já havia me dito que se eu precisasse de qualquer coisa poderia procurá-lo. Na ocasião também citei que estava com a ideia de adquirir um banner e ele pediu para incluir no orçamento. Eu fiz a arte, ele aprovou e autorizou a confecção do banner na gráfica.
No dia seguinte ele foi comentar com ela sobre a ajuda que eu pedi, e ela ficou surpresa porque eu não tinha pedido autorização para ela antes. Aí ela teve um ataque de ira e ciúmes e começou a me mandar áudios agressivos pedindo a prestação de contas do valor pedido. Acontece que eu só tinha gasto o valor do banner (R$60,00) e já ia entregar a nota para o filho dela. 
O que houve na verdade é que ela seria contra fazer o banner, pois diz que é uma expressão do capitalismo, e ela é obcecada por economia solidária.
Enfim, ela confundiu e misturou um monte de assuntos, distorceu os fatos e começou a se  fazer de vítima, fez acusações contra mim alegando que eu ignorei e passei por cima da autoridade dela.
Na verdade ela agiu assim porque já tinha decidido que iria encerrar o projeto e estava arrumando alguma desculpa para dizer que o motivo do encerramento do projeto era eu fazer coisas sem consultá-la. E como o filho aprovou a confecção do banner sem a opinião e aprovação prévia dela, ela ficou presa a ter que continuar com o projeto.



Estamos diante de uma personalidade controladora, manipuladora, possessiva, materialista, invejosa, que tem complexo de inferioridade e superioridade, que julga, critica e maldiz as pessoas o tempo todo, etc.
Eu já havia percebido ela fazer isso com outras pessoas, mas como sou tolerante e achei que podia contribuir para que ela viesse a trabalhar isso e mudar, dei essa oportunidade para ela passar a agir diferente. Contudo, acabei sendo mais um que ela se levantou para perseguir e caluniar.

O que vem a ser o espírito controlador?
É um aspecto espiritual resultante de rebelião que se torna um desvio ou distúrbio de personalidade.
A pessoa controladora é também possessiva.
Esses dois tijolos da parede que envolve o coração das pessoas estão muito interligados porque um leva ao outro. Nós podemos controlar os outros motivados pela nossa insegurança e pelas nossas feridas na tentativa de mantermos as coisas nas nossas mãos.
Através de ações controladoras, nós desenvolvemos uma possessividade onde tentamos viver a vida de outros para eles. Esta distorção se torna numa arma letal em um relacionamento porque asfixia a individualidade.

A possessividade pode assumir extremos, onde nos sentimos no direito não só de viver a vida dos outros para eles, como também de tirar suas vidas. O resultado é o homicídio.


Espírito Crítico 
É  primeiramente  uma  pessoa  muito  ferida  que  tem  sido  criticada.  Ela  toma  a  mesma coisa que a fere para ferir os outros. Ela não está de acordo com nada.
Quando não existe perfeição para ela, não existe sugestões, existe apenas críticas: “ Isto está errado”, “isso é pecado”!
Parte de uma insatisfação relativa a algo dela como pessoa. Nada a satisfaz, e ela toma posição de superioridade e parte para a crítica.  


Características da manipulação (em contraste com o amor)
1)  Desonestidade:
  Manipulação por sua natureza é desonesto o que se  contrasta com o amor que trabalha baseado em honestidade. O manipulador é desonesto e vive através de uma série  de  truques,  ações  e  jogos  tornando-o  uma  pessoa  de  identidade  encoberta.  Ele  tem  suas técnicas para tentar impressionar os outros e vai regulando o seu comportamento de acordo com
a situação ou pessoa.
O  manipulador  continuamente  joga  com  a  vida,  mas  a  pessoa  que  ama  é  livre  e confortavelmente  é  ela  mesma.  Ela  pode  ser  genuína  e  aberta  com  os  outros  com  toda sinceridade.
2)  Não Percebe:  O segundo aspecto  da manipulação é que ela de forma inconsciente é fechada.  O  manipulador  possui  uma  visão  de  túnel,  vendo  apenas  aquilo  que  deseja  ver,  e ouvindo  aquilo  que  ele  quer  ouvir.  Mesmo  que  a  situação  se  mostre  em  preto  e  branco, claramente, em termos concretos, o manipulador mesmo assim se mostra como se não tivesse ouvido uma só palavra. O manipulador focaliza-se apenas naquilo que ele pode ganhar.
Sua consciência  pode ser fortemente obscurecida. Ele está enclausurado pelo seu ego e por isso não percebe as necessidades alheias.
Em contrapartida, a pessoa que ama é capaz de ter problemas pessoais e mesmo assim ajudar  outras  pessoas  nos  seus  problemas;  é  também  apta  a  ter  vários  interesses  e  receber  de várias fontes que a cercam. É uma pessoa aberta e que percebe as coisas. Ela não se fixa nas coisas, mas é capaz de sentir a natureza, a música, a arte e a beleza do mundo. É uma pessoa que possui grande capacidade de compreensão e sensibilidade aos outros.
3)  Quer controlar: O terceiro aspecto de manipulação é o controle. O manipulador vive sua vida como se fosse um jogador de xadrez, que busca dar um cheque mate em seu oponente.

O manipulador tem de ter o controle a todo o custo e sempre está concentrando no jogo da vida.
Qualquer pessoa que se obstina em controlar perde a sua própria liberdade, pois vive na tensão de não conseguir comunicar a impressão certa. Está também preso àquilo que os outros pensam dele.
A  pessoa  que  ama  não  precisa  estar  no  controle,  mas  sempre  goza  de  liberdade  de expressão e pode relaxar. Todas as pessoas que amam entram no descanso de Deus. A pessoa que ama não corre para a amargura se é rejeitada. Nunca perde uma correção como atitude de rejeição, é flexível, não se condiciona à atitude dos outros e não se condena indevidamente, pois está em harmonia de caráter com o Pai.
4)  Desconfiança:  Primeiramente  porque  o  manipulador  é  uma  pessoa  ferida.  No
relacionamento  o  manipulador  experimenta  uma  grande  dificuldade  de  confiar  nos  outros, evidenciando assim uma dificuldade de confiar em si mesmo. O manipulador segue esta linha de raciocínio:  se  eu  sou  infiel,  todos  devem  ser.  Ele  transfere  a  sua  infidelidade  para  os  outros expressando-se através da desconfiança.
Julga o pensamento dos outros tirando conclusões do seu próprio coração.  Com isso, ao criticar alguém, estará revelando mais sobre si que sobre a pessoa criticada.
O  manipulador  constantemente  estuda  como  manter  em  suas  mãos  o  controle  de  seus relacionamentos,  enquanto  a  pessoa  que  ama  goza  de  relacionamentos  como  resultado  de  l liberdade e confiança.
Ex.:  Infelizmente  a  maioria  dos  casamentos  hoje  em  dia  tem  como  base  o  aspecto manipulativo.  O  homem  se  casa  com  uma  mulher  para  receber  amor  dela,  ou  casa-se  com  o homem para ter amor e segurança. Ambos são manipulativos, e provocam no casamento uma frágil estrutura.

5)  Essência  é  Receber:  O  que  é  o  amor  em  uma  definição  Bíblica?  Amor  é  o
desenvolvimento de um relacionamento para dar. Manipulação desenvolve um relacionamento para receber. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que nos ganhou? Não! Porque Deus amou o mundo de tal maneira que  DEU seu Filho. Nosso conceito de amor tem se tornado tão distorcido que a nossa motivação para amar é receber –  eu preciso ter uma esposa –  que preciso ter um marido. Mas esta não é a motivação que Deus designou para o casamento e muito menos é o que nos diz o prumo de Deus do amor.
Amor  é  tão  frequentemente  distorcido  em  nossa  sociedade.  Os  meios  de  comunicação nos bombardeiam com algo chamado amor que realmente nada é senão concupiscência.


MANIPULADOR ATIVO
Usa a força da sua personalidade para tomar controle da situação intimidando os outros.
Está sempre impondo sua opinião. O alvo desta pessoa é “manter o controle a todo custo”.  Ele evita enfrentar qualquer tipo de fraqueza e sempre exalta as suas qualidades, sempre desejando ser o primeirão.
Em  seus  relacionamentos  ele  se  mostra  como  o  mais  forte  cativando  os  outros  como pode.  Acredita  que  não  deve  compartilhar  suas  fraquezas.  Poderíamos  apelidar  este  tipo  de manipulador como: O Cristão Crítico.
Aqui  vemos  uma  personalidade  que  surge  no  deslocamento  do  prumo  humano  da rebelião,  onde  a  pessoa  se  afasta  da  figura  de  autoridade  de  uma  maneira  mais  agressiva.
Quando  não  consegue  se  sobressair  numa  situação,  parte  para  a  maledicência  e  crítica.  Você pode ouvi-los dizer:
– Veja como eu sempre me saio bem…
– Deixe-me falar como devia ser…
– Seja perfeito como eu e Deus…
– Eu sei que estou certo…

– Apenas me ouça…
– Cuidado porque se você errar…
Por  outro  lado,  a  personalidade  crítica  pode  dar
algumas  declarações  ásperas  e  de  condenação  como  as seguintes:
– Você nunca será diferente!
– Você é um caso perdido!
– Você é tão estúpido quando sua declaração!
– Aceite o reino de Deus seu idiota!
– Você não pode fazer isso direito?
– Você sempre estraga tudo!
– É tudo culpa sua!
– Eu sou o chefe!
 

A  mensagem  que  ele  está  dando  é:  Eu  não  sou  amado  tanto  quanto você.  “Não há amor no mundo para mim, estou sofrendo por causa disto, e você vai sofrer comigo”.

Continua em breve...


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Ney F. S. Silva
(Teólogo e orientador sexual)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

A HISTÓRIA DO EX-HOMOSSEXUAL TIAGO

A Constituição brasileira em seu artigo 5º diz que:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além daindenização por dano material, moral ou à imagem;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

Essa é mais uma história de restauração, cura e libertação da atração pelo mesmo sexo, entre milhares de outras que temos evidenciados pelo mundo a fora. Apesar da mídia e dos ativistas continuarem mentindo alegando não existirem EX-LGBTT´S, as evidências da vida real provam o contrário.
"Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,
nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.
Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus."  (1ª Coríntios 6:9-11)

Sábado à noite e eu aqui escrevendo a minha história.
Se fosse num passado não muito distante seria uma oportunidade para me aventurar num bate-papo da internet ou então acessar pornografia.
Estranho começar assim, não é? Mas quis fugir do comum ao detalhar a minha experiência pra você. Na verdade, espero que compartilhá-la possa ajudar em algo.
Vamos lá. Chamo-me Thiago, atualmente com 23 anos (estou escrevendo em 11/12/2010), solteiro, virgem, cristão, um cara normal. Assim como muitos, enfrento problemas na área da sexualidade, entre os tais: vício sexual, impureza e desejos homossexuais. Espera...
Mas eu disse que sou virgem, como posso ser um viciado sexual? Calma, irei explicar mais à frente.
Nasci num lar composto por pai, mãe e cinco filhos, sendo eu o mais novo e o único homem. Minha mãe, quando nasci, já era cristã e o meu pai, apesar de conhecer o Evangelho, não tinha nenhum vínculo com a igreja. Por certo, sempre meu pai foi ausente na minha criação e entendo que, por não haver um referencial masculino para me espelhar, acabei desenvolvendo atração por pessoas do mesmo  sexo. Minha mãe, pela ausência do meu pai, por um lado tentou suprir essa falta, pois eu não posso reclamar de amor, carinho e aceitação da parte dela e de minhas irmãs. Por ser o único homem e o filho mais novo, minha mãe sempre foi muito zelosa  comigo, me protegendo e me prendendo também. Lembro que eu não ficava muito na rua e sempre, sempre, informava aonde ia, com quem e etc.
Minha infância foi normal: comecei a estudar com cinco anos, pois já sabia ler e escrever (de acordo com a idade, né?). Na escola eu não me sentia diferente dos demais e à medida que ia me destacando, com o passar dos anos, alguns meninos acabavam por colocar apelidos pejorativos e de conotação sexual em mim, do tipo: “fresco, viadinho” e etc. Não brincava muito na rua e ficava boa parte do tempo com as minhas irmãs, cujos comportamentos eu observava, e desenhava principalmente vestidos de noiva e sereia. Mas logo depois, passei a ir para a rua, onde brincava com os demais meninos normalmente. Nunca fui exatamente igual a eles, sempre tinha algo diferente, mas eu buscava interagir e sempre fui bem aceito.
Na escola comecei a observar as meninas; achava algumas bonitas, fazia aqueles corações com iniciais... Coisas comuns.
Não me passava pela cabeça que eu gostava de homens. Na infância tive o meu primeiro contato com material pornográfico, pois quando ia com meus colegas a uma quadra de esportes na escola do bairro, os adultos mostravam para nós tal material. Outra vez fui surpreendido pela mãe de um amigo enquanto eu e ele víamos uma revista na casa de um outro, sendo que era um quadrinho erótico.
Morri de vergonha, mas continuava pensando nisso.
Na 4ª série, com 10 anos, eu gostava muito de uma menina, que não me deu bola. Mudei de escola e na 5ª série é quando começa a puberdade para a maioria, época de conhecer as meninas, de ficar, enfim... Acontece que as meninas não queriam me conhecer, tão pouco ficar comigo. Continuava sendo o mais inteligente da sala, mas inacessível pras
meninas, exceto as feinhas que me queriam, mas eu, orgulhoso, não queria. No caminho da escola havia uma banca de revistas e eu ficava olhando as capas das revistas – todas pornográficas. Morria de vontade de comprar uma, mas temia, pois o que minha mãe pensaria caso encontrasse?
Ao caminhar pelo bairro, às vezes eu encontrava materiais pornográficos e levava pra casa, onde, após ver, jogava fora, me sentindo culpado e o mais indigno entre os homens.
Entre 11 e 12 anos, minha mãe me proibiu de pular o muro da escola para jogar bola e, com isso, fui ficando em casa. Não mantinha mais aquele contato com os outros rapazes, exceto na hora da aula. Na escola ainda continuava ainda sendo o nerd, o primeiro em notas, mas o último em Relacionamentos. Tinha alguns colegas, mas não eram amigos e começava a sofrer com a solidão e por me sentir diferente, quiçá rejeitado. Em casa começava-se a perguntar se eu já tinha beijado na boca, falava-se sobre os outros meninos que já estavam ficando e eu sempre falava que já tinha. Para o pessoal da escola falava que já tinha beijado na igreja e na igreja e em casa, falava que tinha beijado na escola.
Hormônios a mil, tive uma puberdade meio que precoce comparada com a dos vizinhos de mesma idade. Mas com quem falar sobre isso? O único adulto com quem eu tinha mais contato era meu pai! Os desejos sexuais começaram a aparecer, e o meu único acesso a pornografia se restringia àquela famosa sessão de filmes numa rede de TV aberta, mas

eu comecei a notar que as mulheres não me chamavam a atenção. Quando elas
apareciam sozinhas, não era legal.
Com o isolamento, me dedicava aos estudos e sempre me destaquei; com isso começava novamente a onda de falarem algo acerca de mim, que eu não pegava ninguém, que não gostava de mulher e assim por diante. Isso me entristecia, mas ficava quieto. Aprendi que era só fingir que não era comigo... Passavam- se os anos e o desejo por mulheres foi sumindo, inversamente proporcional ao desejo por homens. Não pensava em namorar e casar com um cara, mas ao ver as revistas, o sexo entre homens e mulheres me era muito interessante, vindo depois o sexo bissexual e, por último, o sexo gay. Não há como não mencionar o problema que enfrento com a pornografia, aliás, vício. Foi me acompanhando
desde a puberdade e me aprisionando também. Pois bem, sem aceitação, sem amigos e sem relações saudáveis, meu escape era a pornografia. Primeiro as revistas, depois filmes e, por fim, a internet. Eu não tinha nem ficado com uma menina, muito menos com um homem, afinal, eu ainda era cristão. Por conta da pornografia eu cheguei a roubar uma revista numa banca no centro da minha cidade, roubei algumas dos meus colegas no meu primeiro emprego e aluguei filmes na conta da minha irmã.
Mas, uma hora isso perdeu a graça, foi quando conheci os chats. Inicialmente entrava, fazia hora com os gays e ia tocando a minha vida. O lance era entrar, seduzir e depois dizer
que eu não era o da foto, que não ia rolar porque eu não podia fazer isso, que não
era gay e etc. Por esse motivo, eu só teclava com pessoas de fora do Espírito Santo.
Mas, um belo dia adicionei um camarada minha cidade e ele sugeriu um encontro.
Marcamos no shopping; fui lá, mas como eu não era o da foto, vi a cara do sujeito e liguei dizendo que não dava pra eu ir; ele sacou a mentira e disse que poderíamos nos ver outro dia. Expliquei a situação, pedi desculpas e marquei novamente. Fui ao encontro dele e levei um cd para “reparar” meu erro. Fui a uma loja pagar uma fatura, depois fomos a outra
loja e me despedi, sem nenhum contato. Ele entrou no MSN e me disse que era grato pelo  cd, pois o fez lembrar do tempo que era líder de jovens, mas que, não suportou as tentações e saiu da igreja. Disse mais, que eu era homossexual e que não tinha pra onde fugir, estava estampado na minha cara isso e que não conseguiria lutar, pois ele mesmo não conseguiu. Caso eu quisesse, ele poderia arrumar uma pessoa para me iniciar na
vida gay e daí eu poderia seguir minha vida.
Fiquei muito mal com a descoberta sobre o cara e também pelo que me propôs. Senti o peso e as conseqüências dos meus atos. Mas apesar disso, eu continuei entrando nos chats, fazendo vítimas, me arrependendo e vendo pornografia. Era um ciclo vicioso.
Praticamente sendo um Dom Juan virtual, o tempo foi passado e graças a Deus conheci um amigo, também pela internet, com o qual desabafei e abri o jogo. Ele me ajudou a ver meu problema, me indicou ajuda e me direcionou para um relacionamento com Deus. A
partir daí me batizei e me dediquei mais a Obra de Deus. Ótimo? Não! Eu acabei
fugindo dos meus desejos executando tarefas na igreja. Eu fazia de tudo, de decoração
programação de cultos e até mesmo pregações. Mesmo assim, a visita a chats e sites pornô não cessavam, pelo contrário, o que me trazia culpa, vergonha e raramente arrependimento, apesar do remorso. Mais um tempo se passou e comecei a fazer aconselhamento cristão com uma conselheira. Contei-lhe toda a minha história, fizemos algumas tarefas que me ajudaram muito. Hoje reconheço a importância dela e da intervenção de Deus através dessa pessoa na minha vida. Passei a entender o que acontece, o que aconteceu e o que pode acontecer, que vai variar de acordo com meu posicionamento. Tive acesso a materiais muito bons que me fizeram saber que muitos
passam pelo mesmo, sendo que alguns conseguiram renunciar à homossexualidade,
tendo vivido-a por um tempo ou não. Descobri que Deus me ama independente do que eu faça, e que, à medida que sou obediente à Sua Palavra, me torno o mais parecido com Jesus e isso não tem preço. Aliás, vale a pena pagar o preço. Hoje, continuo não tendo beijado nenhuma garota e também nenhum garoto. 
Não tive oportunidades? Lógico que tive. Não tive vontade? Digo que muito mais de fazer sexo do que beijar, dormir junto e etc., mas eu sou responsável pelas
minhas escolhas e elas me trazem conseqüências.
A homossexualidade não gera vida. Só uma pessoa é o Caminho, Verdade e Vida. E a Bíblia é bem clara quando diz que é pra escolhermos a Vida (Deuteronômio 30:19)
Sei que Deus tem o melhor pra mim e entendo que pornografia, relacionamento gay e impureza sexual, além do vício, não se comparam com o que Ele tem e quer pra mim. As lutas são constantes, diárias e há momentos que penso que não vou conseguir, mas lembro de uma das falas da minha conselheira: “Ventos fortes vêm, mas também vão.
Não se esqueça.” Mas se eu confio no Homem a quem o vento e o mar obedeceram, quando o vento forte vier, o que eu preciso fazer?
Se eu pude escrever este relato para que você o lesse, não é mérito meu, mas sim da Graça de Deus, através de Jesus. Se você teve a oportunidade de ler e escolher o que fará daqui por diante com sua vida e escolhas, é também pela Graça de Deus.
Renda-se a ela! Deus te abençoe!

Fonte: Retirado do Livro IMPULSIONADOS PELO AMOR

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Ney F. S. Silva
(Teólogo e orientador sexual)


sábado, 30 de setembro de 2017

EXISTE CURA PARA O HOMOSSEXUALISMO SIM

A Constituição brasileira em seu artigo 5º diz que:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além daindenização por dano material, moral ou à imagem;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.


A propagação da mentira

“O HOMOSSEXUALISMO NÃO É MAIS UMA DOENÇA MENTAL, POIS VIROU HOMOSSEXUALIDADE, UMA VARIAÇÃO NATURAL E SAUDÁVEL DA SEXUALIDADE HUMANA”

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. (Joseph Goebbels-ministro da propaganda de Adolf Hitler)

O dito acima é usado muito hoje em dia para exemplificar como alguém poder usar sua desonestidade intelectual tentando impor falsos conceitos inventados com finalidades partidárias para defender o ego, um ponto de vista ideológico ou político.
Uma das falsas afirmativas que a mídia, os Conselhos de Psicologia e os movimentos pró LGBTT tem usado hoje em dia para tentar impor para a sociedade que as práticas homoeróticas são naturais e saudáveis, é a afirmação falsa de que O HOMOSSEXUALISMO NÃO É MAIS UMA DOENÇA MENTAL QUE AFETA A SEXUALIDADE HUMANA, como já foi estudado, diagnosticado e comprovado um dia pelos renomados Psicólogos/Psiquiatras do século XIX como: Freud, Adler, Jung, Lacan, Nicolosi, Richard Cohen (ex-gay) e tantos outros. 
Com base em vários estudos científicos foi que o Homossexualismo foi inserido no DSM internacional na classificação F 10 que envolve as doenças mentais consideradas como transtorno e distúrbio mental sexual adquirido.
Partindo da premissa de que ninguém refutou os estudos feitos pelos Psicólogos supra citados, e que o homossexualismo ainda é considerado cientificamente um distúrbio mental, que evolui para transtorno de personalidade, é totalmente possível prevenir, tratar e curar tal distúrbio/transtorno.

Para entender como a retirada da Patologia do DSM Internacional cuja CID era 302.0, temos que voltar a década de 70 quando surgiu uma resolução que foi votada na APA (Associação Americana de Psiquiatria/Psicologia). Desde então, a defesa controversa da maioria dos Psicólogos é que a palavra correta a ser usada para as relações homoeróticas é “homossexualidade”, a qual significa uma variação natural e saudável da sexualidade humana e não mais homossexualismo (doença mental/sexual).
A pergunta que fica é: Com base em que estudos e comprovações científicas esses Psicólogos e Psiquiatras chegaram a essa nova conclusão?
Segundo Nicholas Cummings - autor da resolução que deu início a reconsideração do homossexualismo enquanto Patologia, que era diagnosticado como distúrbio mental e transtorno de personalidade, os estudos propostos por ele juntamente com a resolução, nunca foram feitos. Isso quer dizer que a resolução votada e aprovada tinha apenas caráter provisório, até que novos estudos fossem feitos para identificar as causas e diagnosticar mais precisamente o que significava a atração pelo mesmo sexo e suas variações comportamentais. Tempos depois, ativistas gays infiltrados na APA levaram a resolução e pressionaram a OMS (Organização Mundial da Saúde) para que não mais considerassem o homossexualismo como doença mental. Portanto, a decisão tomada pela OMS foi de viés ideológico e político, não científico.
Assista aqui um vídeo contendo a explicação que o ex-presidente dá para o que houve na APA desde a resolução proposta.


A ciência humana tem se mostrado ultimamente bastante contraditória. Os mesmos órgãos que defendem e listam as doenças mentais que envolvem os comportamentos e as práticas homoeróticas dos LGBTT, são os que passaram a defender desde a década de 70 que o homossexualismo não seria mais considerado doença mental.
Podemos encontrar as seguintes doenças mentais e comportamentais ligadas a condutas de cunho [homo] sexual no DSM internacional:

Classificação Internacional de Doenças

CID 10 F-64.1 – Travestismo bivalente;
CID 10 F-64.0 – Transexualismo;
CID 10 F-64.2 – Transtorno de identidade sexual na infância;
CID 10 F-65.6 – Transtornos múltiplos da preferência sexual;
CID 10 F-64.8 – Outros transtornos da identidade sexual;
CID 10 F-64.9 – Transtorno não especificado da identidade sexual;
CID 10 F-65.0 – Fetichismo;
CID 10 F-65.1 – Travestismo fetichista;
CID 10 F-65.2 – Exibicionismo;
CID 10 F-65.3  Voyeurismo;
CID 10 F-65.4 – Pedofilia;
CID 10 F-65.5 – Sadomasoquismo;
CID 10 F-65.6 – Transtornos múltiplos da preferência sexual;
CID 10 F-66.0 – Transtorno da maturação sexual;
CID 10 F-66.1 – Orientação [homo] sexual egodistônica;
CID 10 F-66.2 – Transtorno do relacionamento sexual.

Com base em que estudos científicos só a CID 302.0 que diagnosticava o distúrbio mental e o transtorno de personalidade do homossexualismo foi retirada do DSM na década de 70?
Então quer dizer que só os homossexuais não travestidos é que passaram a ser considerados não mais doentes?
Isso não seria discriminação com os travestis, transexuais e demais pessoas que se enquadram nas categorias de doenças mentais citadas acima?
O fato é que hoje em dia muitos dos ativistas gays estão se formando em Psicologia, se infiltrando nos Conselhos Federais e Estaduais de todo o mundo e estão exigindo por imposição ideológica sem qualquer estudo científico comprovado, que tudo isso se torne saudável e os comportamentos LGBTT sejam aceitos por toda a sociedade como sendo normais e saudáveis. Ou seja, parece que na visão deles só as relações heterossexuais podem ser afetadas por distúrbios e transtornos mentais. Isso é um absurdo.
Os defensores da chamada ideologia de gênero jogaram a ciência no lixo e estão apenas defendendo seus interesses pessoais usando o politicamente correto.

Desfeita a falsa afirmativa de que o homossexualismo não é doença ligada aos comportamentos, identidade e atração sexual, agora partiremos para o tema que está em pauta que é a reorientação sexual de quem vive o estilo de vida LGBTT. 

O direito de ser atendido por um profissional da Psiquiatria

O juiz Federal Waldemar Cláudio de Carvalho autorizou no último dia 15 de Setembro, que os Psicólogos possam atender os homossexuais insatisfeitos com sua vida sexual, para que tenham o acompanhamento na busca de tentarem a reversão sexual que almejam. A decisão atende a pedido da psicóloga Rosângela Alves Justino em processo aberto contra o Conselho Federal de Psicologia, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes que vivem um transtorno mental chamado de homossexualidade egodistônica CID 10- F66.1.

 “Sendo assim, defiro, em parte, a liminar requerida para, sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, determinar ao Conselho Federal de psicologia que não a interprete de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º. inciso IX, da Constituição de 1988”,

Segundo a resolução 001/1999, do Conselho Federal de Psicologia, “os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados. os psicólogos não exercerão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Os autores da ação, que apoiam o tratamento de reversão sexual, pediam que a norma fosse considerada inconstitucional por restringir a liberdade e a busca de novos conhecimentos científicos. 

“A fim de interpretar a citada regra em conformidade com a Constituição, a melhor hermenêutica a ser conferida àquela resolução deve ser aquela no sentido de não provar o psicólogo de estudar ou atender àqueles que, voluntariamente, venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura preconceito ou discriminação. Até porque o tema é complexo e exige aprofundamento científico necessário”, anotou o magistrado".

O magistrado não considerou a norma que proíbe a reversão sexual apelidada pela mídia como "cura gay" como inconstitucional, mas disse entender que os profissionais não podem se ser censurados por fornecer o atendimento. 

“Conforme pode ver, a norma em questão, em linhas gerais, não ofende os princípios maiores da Constituição. Apenas alguns de seus dispositivos, quando e se mal interpretados, podem levar à equivocada hermenêutica no sentido de se considerar vedado ao psicólogo realizar qualquer estudo ou atendimento relacionados à orientação ou reorientação sexual. Digo isso porque a Constituição, por meio dos já citados princípios constitucionais, garante a liberdade científica bem como a plena realização da dignidade da pessoa humana, inclusive sob o aspecto de sua sexualidade, valores esses que não podem ser desrespeitados por um ato normativo infraconstitucional, no caso, uma resolução editada pelo C.F.P.”, justificou o juiz.


A decisão do Juiz causou uma grande mobilização de pessoas nas redes sociais, tanto contra como a favor da decisão. Obviamente os ativistas pró LGBTT ficaram furiosos, pois só de pensar que alguém pode abandonar seu estilo de vida gay pra viver a heterossexualidade, lhes causa uma revolta esquizofrênica inexplicável digna de ser estudada por um bom Psiquiatra.
Diante do entendimento de que as relações homoeróticas são doentias, e de que seja possível obter a cura para a atração indesejada pelo mesmo sexo, a falsa negação de que não se pode mudar a orientação homossexual começa a ser imposta pelo movimento. Contudo temos que apresentar o outro lado da história que sempre é negligenciada pela mídia e os ativistas.

Terapia de Reorientação Sexual

A negação sem comprovação é um argumento desonesto de quem o usa com a finalidade de defender seu ego e um ponto de vista pessoal. Aceitar que a pessoa pode ter seus desejos homossexuais eliminados e os desejos heterossexuais restaurados causaria uma refutação quase generalizada nas teorias de profissionais que alegam ser impossível obter a reversão sexual.
A novidade publicada no canal do youtube O EXGAY, é que em um debate na TV com o pesquisador e escritor Claudemiro Ferreira (ex-homossexual) a autora da resolução 01/1999, Ana Bock, afirmou ser possível que a pessoa possa mudar a orientação sexual caso esteja insatisfeita com sua atual condição. 
Veja o vídeo AQUI

Apesar da terapia ter sido proibida no Brasil pelo CFP, nos Estados Unidos ela já vinha sendo feita a várias décadas por Psicólogos/Psiquiatras especialistas no assunto. Um dos principais era o Dr. Joseph Nicolosi que faleceu este ano. Ele sem dúvidas foi um profissional que contribuiu ricamente com seus estudos, livros e milhares de casos comprovados registrados em seu site.
www.narth.com

Aqui está uma entrevista com um Psicoterapeuta que viveu o estilo de vida gay por muitos anos, e ao se questionar se estaria doente, buscou ajuda e receber a cura. Hoje ele trabalha com a terapia de reorientação sexual e escreveu várias liros sobre o assunto.


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Se Existem centenas de ex-travestis mundo afora, por que não podem existir também ex-homossexuais/gays/lésbicas?
Se uma imagem fala mais que mil palavras, o que dizer dessas abaixo?






No site o www.oexgay.com tem dezenas de histórias que contam a trajetória de vida e mudança de vários Ex-LGBTT.
Portanto, quem nega essas verdades mostradas com fatos na vida de centenas de pessoas, está simplesmente fazendo uma falsa negação, afim de defender suas ideologias e estilo de vida pró LGBTT.

Debate entre Psicólogos

Mesmo com a imposição do CFP de não permitir que Psicólogos se posicionem sobre os aspectos Patológicos da relações homoeróticas, além de não aceitar que seja ofertada a terapia de reorientação sexual, alguns Psicólogos tiveram a coragem de se posicionar em redes sociais mostrando a verdade.

Em resposta a uma outra psicóloga, uma outra disse o seguinte:
S. L. Responda-me: Na faculdade que você estudou nunca te falaram ou ensinaram que os três grandes nomes ou ícones da Psicologia: Freud, Jung e Adler viam a questão da homossexualidade como distúrbio nos seus dias? E como se deu tal mudança, você poderia nos contar com mais detalhe? Na sua concepção foi uma MUDANÇA POLÍTICA ou uma MUDANÇA CIENTÍFICA? Explique melhor!!
Se foi uma MUDANÇA CIENTÍFICA, cadê as PROVAS, onde estão?
Na Faculdade que você estudou não te ensinaram que o próprio Freud "REORIENTOU" uma Jovem de 18 anos em 1920 com caso de homossexualidade?
Freud nos dá a seguinte explicação: "No exato período em que a jovem experimentava a revivescência de seu complexo de Édipo infantil, na puberdade, sofreu seu grande desapontamento. Tornou-se profundamente cônscia do desejo de possuir um filho, um filho homem; seu desejo de ter o filho de seu pai e uma imagem dele, na consciência ela não podia conhecer. Que sucedeu depois? Não foi ela quem teve o filho, mas sua rival inconscientemente odiada, a mãe. Furiosamente ressentida e amargurada, afastou-se completamente do pai e dos homens. Passando esse primeiro grande revés, abjurou de sua feminilidade e procurou outro objetivo para sua libido". (FREUD, 1920, v. 17, p. 169).
Na Faculdade que você estudou não te disseram que foi a MEDICINA da Idade Média e NÃO A RELIGIÃO, mas A MEDICINA DA IDADE MÉDIA que determinou que o homossexualismo era uma doença patológica, tanto que a própria OMS e não a RELIGIÃO, mas a OMS inseriu o homossexualismo na CID 10?
Foi a RELIGIÃO que determinou que o homossexuaLISMO (sufixo ISMO, que na Medicina significa DOENÇA)?
Garota, vai estudar vai, ao invés de abrir sua boca para falar besteira!! Vão lá e processam também a Freud e destruam todos os compêndios e tratados que ele escreveu porque FREUD FEZ REORIENTAÇÃO SEXUAL!


Como sempre, apareceu um Psicólogo que mais parece um ativista gay, afirmando mentiras usando a negação para querer apoiar seu ego e suas teorias falsas.

M R S. L. em "A psicogênese de um caso de homossexualismo numa mulher" (Freud, 1920), Freud não tratou a homossexualidade da moça. Você realmente leu o texto? Inclusive ele diz que “a homossexualidade, em si mesma, não constitui condição de análise”, mas que a jovem, que nunca havia tido um interesse homossexual, se viu obcecada por outra mulher. O que existe de demanda neste caso é a obsessão da garota, fato que Freud deixou enfatizado, e não a homossexualidade.

Em resposta a M. R. S. L. escreveu:
M. R. quero ver o quanto você entende de psicologia aqui e ao vivo.
Então vamos começar assim: Cita pra mim, o Livro, o autor, a Editora e a página da sua fonte de pesquisa!! Quero conferir seu conhecimento verídico!
Você disse, como estudante de Psicologia, que Freud "NUNCA ABORDOU a homossexualidade de uma maneira patológica, quem fez tal coisa foram alguns pós-freudianos e distorcendo conceitos centrais da psicanálise". 1º) Até 1910, Freud referia-se à homossexualidade como "inversão". 2º) Em 1905, v. 7, p. 128, ele vai escrever: "As Aberrações Sexuais", Título no qual já trás em si, uma indicação do estranho, do "PATOLÓGICO", do "AVESSO DO NORMAL", para Freud. 3º) Na sequência, em 1908, com o texto MORAL SEXUAL CIVILIZADA E "DOENÇA NERVOSA MODERNA". 
Freud enfatiza que, em uma série de pessoas, o desenvolvimento que vai do autoerotismo ao amor objetal, com o objetivo de união dos genitais, não se realiza de forma perfeita e completa. Como resultado desses “DISTÚRBIOS” de desenvolvimento, o autor sugere dois tipos de desvios da sexualidade “normal”: 1908, v. 9, p. 175-176.

Leia também:

Em entrevista ao site globo.bom, o ex-travesti Joide Miranda conta que sofreu até ameaças de morte de ativistas pró LGBTT, por se declarar restaurado do estado da homossexualidade e ter obtido seus desejos heterossexuais de volta.
Joide lançou, em 2013, o livro ‘A intimidade de um ex-travesti’, em que conta sua trajetória desde a infância até se tornar evangélico. Na obra, ele revela segredos nunca revelados.
É no livro que o pastor relata a preferência desde pequeno por brincar com as meninas e isso causava estranhamento nos garotos da mesma idade. “Lembro-me que nessa fase, passei a gostar muito de boneca e de casinha com minha irmã Rita”, diz um trecho.




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